Avaliação da força muscular respiratória em ciclistas
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Marsilvio Pereira Rique
Associação Paraibana de Ensino Renovado (ASPER)
Zênia Trindade de Souto Araújo
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
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Palavras-chave

Ciclismo
Força Muscular
Respiração

Como Citar

Rique, M., & Araújo, Z. (2018). Avaliação da força muscular respiratória em ciclistas. Revista InterScientia, 6(2), 124-133. https://doi.org/10.26843/interscientia.v6i2.720

Resumo

O ciclismo é um desporto bastante difundido e praticado nos dias atuais. É uma atividade cíclica e rítmica que melhora o condicionamento físico e cardiorrespiratório. Portanto, o seu desempenho está diretamente relacionado a força e a resistência tanto dos músculos periféricos quanto da musculatura respiratória. Nesse sentido, o posicionamento correto entre ciclista e bicicleta contribui para um melhor rendimento Quando não há esse alinhamento, a musculatura estabilizadora do complexo quadril-lombo-pélvico fica em desvantagem biomecânica, o que provoca antecipação no estado de fadiga da musculatura respiratória. O objetivo deste estudo foi avaliar a força muscular respiratória em praticantes de ciclismo. Trata-se de uma pesquisa aplicada, observacional, analítica com abordagem quantitativa, realizada com um grupo de ciclistas na cidade de João Pessoa-PB. A amostra foi composta por 22 ciclistas com idade média de 41 ± 10,4 anos, do tipo probabilística por conveniência. Foi utilizada a manovacuometria para medir a força muscular respiratória e a escala de borg para avaliar a sensação de cansaço. Após a prática do ciclismo, foi observado diminuição nas pressões respiratórias máximas, sendo a PImax inicial de 132,95 ± 37,24 cmH2O, final de 113,86 ± 36,31 cmH2O e a PEmax inicial de 131,81 ± 26,88 cmH2O e final de 122,95 ± 29,54 cmH2O. Com base nos resultados obtidos, podemos identificar que a prática do ciclismo exerce influência na diminuição da força muscular respiratória, sugerindo fadiga dessa musculatura.

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