Repercussões da hemodiálise nas atividades básicas e instrumentais de idosos com insuficiência renal crônica
Camila Rocha Patez de Oliveira
Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC)
Caroline Tiago Santos
Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC)
Bianca Cunha Moreira
Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC)
Cleiton Almeida Lima
Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC)
Petronílio Ribeiro de Alexandria
Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC)
Renato Novaes Chaves
Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC)
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Palavras-chave

Envelhecimento
Capacidade funcional
Doença renal crônica
Hemodiálise

Como Citar

Oliveira, C., Santos, C., Moreira, B., Lima, C., Alexandria, P., & Chaves, R. (2019). Repercussões da hemodiálise nas atividades básicas e instrumentais de idosos com insuficiência renal crônica. Revista InterScientia, 7(2), 50-66. https://doi.org/10.26843/interscientia.v7i2.1126

Resumo

O envelhecimento é processo biopsicossocial, que gera diversas modificações para os indivíduos, principalmente no que tange a capacidade funcional e a Doença Renal Crônica, podendo levar muitos indivíduos para o tratamento hemodialítico. Objetivos: investigar as repercussões da hemodiálise para as atividades básicas e instrumentais da vida diária de idosos em tratamento hemodialítico e descrever as condições associadas. Método: estudo descritivo, quantitativo, de corte transversal, realizado com 35 idosos em tratamento hemodialítico de uma Clínica de Hemodiálise da cidade de Vitória da Conquista – BA. Foram usados três instrumentos, sendo um questionário sobre as condições de saúde e perfil sociodemográfico, a escala Lawton-Brody e o índice de Barthel. A análise foi feita com o software Statistical Package for the Social Sciences. Resultados: prevalência de idosos de 60 a 79 anos (74,3%), sexo masculino (60%), casados ou em união estável (60%). Em tratamento hemodialítico entre 1 a 5 anos (60%). Dependência parcial para as atividades básicas (100%), e moderada para as instrumentais (88,6%). Nos homens (n =21), quanto maior foi o tempo que tem com a doença renal maior foi a sua limitação para as atividades instrumentais (p 0,000). Nas mulheres (n = 14), quanto maior foi o tempo de tratamento, maior foi a sua dependência funcional para as atividades instrumentais (p 0,002). Conclusão: o tratamento hemodialítico repercutiu na vida dos idosos, contribuindo para a limitação nas atividades básicas e instrumentais da vida dos mesmos.  

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